História

História

A AITECOEIRAS – Associação para a Internacionalização, Tecnologias, Promoção e Desenvolvimento Empresarial de Oeiras, iniciou a sua atividade em 2008, como uma agência de desenvolvimento sem fins lucrativos que pretendia não apenas atrair empresas, mas apostar na melhoria da qualidade de vida. Para isso, deu um amplo relevo à Educação, ao Desporto, às Artes, Saúde e Turismo, porque é precisamente esta qualidade de vida global que atrai empresas e institutos, quadros superiores e investigadores.

A ideia subjacente à criação da AITECOEIRAS foi potenciar o conceito “Oeiras Valley” que contempla as seguintes características:

  • Região de desenvolvimento integrado e sustentável: económico, cultural e social
  • Atividade económica suportada em unidades de serviço de alto valor acrescentado, desenvolvida em torno de três “clusters” tecnológicos
  • Região com índices de conhecimento, rendimento e de qualidade de vida de nível europeu, e por conseguinte em competição internacional
  • Unidades de ensino e de saúde, de nível europeu, que tornem coerente este modelo de desenvolvimento
  • Unidades de cultura e lazer de elevada qualidade que tornem a região atrativa para empresários, gestores, engenheiros investigadores e tecnólogos que constituem a base de desenvolvimento da atividade económica da região

Em meados de 2014, nasceu a OEIRAS INVEST que não pretende ser um corte com o passado, mas apenas que contribua para que seja mais compreensível o que somos e o que fazemos. Esta alteração foi fruto de um profundo repensar da atividade da Associação, tendo em conta o atual contexto económico e a respetiva realidade atual das empresas, resultando numa alteração importante da vida da Associação.

 

“Location matters for innovation, and companies must broaden their approaches to the management of innovation accordingly: by developing and commercializing innovation in the most attractive location…” “Innovation and commercialization of new technologies take place disproportionately in clusters – geographic concentrations of interconnected companies and institutions in a particular field”. “Choosing R&D locations and managing relationships with outside organizations should not be driven by input costs, taxes, subsidies or even the wage rates for scientists and engineers. Instead, R&D investmentes should flow preferentially to the most fertile locations for innovation”. 

(Porter, M. & Stern, S., 2001)