IGC abre 16 vagas para doutoramento de ciências em Cabo Verde

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Na segunda edição do Programa de Pós-Graduação Ciência para o Desenvolvimento, o Instituto Gulbenkian de Ciência, de Oeiras, volta a oferecer a estudantes de doutoramento a oportunidade de obter formação em várias áreas das ciências da vida.

As candidaturas para a segunda edição do Programa de Pós-Graduação Ciência para o Desenvolvimento (PGCD) estão abertas até 12 de setembro.

Este programa destina-se a estudantes dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e Timor Leste, que a partir de janeiro de 2015 terão oportunidade de ir até Cabo Verde para, durante 8 meses, receber formação em várias áreas das ciências da vida, principalmente nas áreas de Biologia Molecular, Biologia de Plantas e Solos, Biologia Marinha, Biologia das Doenças Tropicais e Saúde Pública.

Coordenado pelo IGC, este programa tem apoio do Ministério do Ensino Superior Ciência e Inovação (MESCI, Cabo Verde), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES, Brasil) e da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT, Portugal) e pretende formar recursos humanos qualificados que permitam contribuir para melhorar a qualidade da educação e investigação científicas dos PALOP e Timor-Leste.

Desta forma, 16 alunos de doutoramento que queiram prosseguir os seus estudos e contribuir desta forma para o desenvolvimento e progresso dos seus países vão poder estudar na Cidade da Praia e depois disso desenvolver os seus projetos de investigação em centros de excelência, em Portugal ou no Brasil, ao longo de 40 meses. Os participantes da primeira edição já estão a começar a preparar-se para viajar e iniciar esta segunda fase.

O balanço da primeira edição do PGCD é positivo, diz a coordenadora Joana Gonçalves de Sá: “Este primeiro ano foi uma grande experiência para todos: coordenação, professores e estudantes. Tivemos as dificuldades normais quando se começa um projeto com estas características e dimensão, mas os estudantes foram absolutamente fantásticos! Mostraram uma resiliência e uma motivação fora de série”. Segundo a responsável, os 15 estudantes selecionados na primeira edição provenientes dos 5 PALOP “trabalharam muito intensamente”, considerando que eles “aprenderam não só muita biologia mas também uma maneira diferente de pensar”.

Para mais informações, consulte o site do Programa de Pós-Graduação Ciência para o Desenvolvimento.